inspiradorEu já havia ouvido falar deste lugar inspirado, e hoje, lendo uma matéria sobre ele, me lembrei que tem algo de muito inspirador neste ar…

Estudio Gloria, uma casa-loja que como a própria dona diz, “é um espaço cheio de árvores com cenários de encher os olhos”.

Inspira, com certeza. Karina Arruda tinha como hobby garimpar peças diferentes e transformá-las em maravilhas. Objetos de decoração, inclusive móveis dos décadas de 1920 à 1980 são restaurados e repaginados.

O Estudio fica em Cotia/SP e abre aos finais de semana.

E aos sábados tem feijoada!

E para deixar tudo mais encantador ainda, 10% do valor de tudo que é vendido ali, é doado à Casa Joana D´Arc/SP.

Dá gosto de promover, não dá? Boa noite!

inspirado

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CVSI

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A vista do restaurante onde servem a feijoada…

e

Estúdio Glória

O restaurante inpirador…

inovação

Inovação! Isso define o trabalho de Ana Castilhos!

Chegou! E valeu a pena esperar porque esse Bate Papo do Como Você Se Inspira com a Ana Castilhos está inspirador e cheio de energia positiva! Ah! E site novo…Ana, obrigada pela colaboração alto astral e pelas palavras do coração e da alma, tal qual sua arte

inovação

CVSI: Ana, sabemos que é estilista e criadora, que ama cores, que produz coisas lindas, mas conte um pouco mais sobre você. Quem é Ana Castilhos?

Ana: Sou uma mulher em busca do equilíbrio. Caçula de 4 filhos e com uma família unida e maneira, que sempre me apoiou, e isso fez toda a diferença, para a realização do MukifuChic. Tenho 40 anos, mãe de um “rapazinho” de 10 anos que é minha maior obra prima e meu fã número 1. Acredito em astrologia (taurina com ascendente em aquário), numerologia e nesse universo “exotérico e alternativo”.

CVSI: Como, quando e onde surgiu a Mukifuchic? O que se passava em sua vida naquele momento?

Ana: MukifuChic surgiu da necessidade de compartilhar informações, dicas e idéias e isso começou através do blog. Naquela época eu estava com um ateliê de pintura e criação. Começava a dividir meu tempo entre os pinceis e o mouse.

inovação

 

CVSI: Por favor, fale um pouco mais da Mukifuchic e seus projetos e planos.

Ana: O MukifuChic foi crescendo e cada vez mais comecei a expor meu trabalho no blog.

Depois que descobri o mouse como pincel (uso o corel), as ilustrações começaram a virar produtos e tendo a tecnologia ao meu lado, esse universo se ampliou de tal forma, que o Mukifu precisou de um espaço físico para atender os pedidos, receber os amigos, enfim, sair do vitual e virar “real”. Hoje o Mukifu tem um site, a loja está quase pronta e o processo de exportação está em andamento.

No Brasil, todos os estados, tem pelo menos um adesivo do MukifuChic, o que me deixa muito feliz.

 

CVSI: Você diz no seu blog que coloca amor em suas criações e que acredita na força das cores, música, poesia. Pensando desta maneira, o que você faz para conectar-se com sua inspiração, ou seja, como você se inspira?

Ana: Minha inspiração é a própria vida, digo, do melhor que se pode tirar dela. A música é minha maior aliada, a natureza e a força que ela transmite. A gentileza do ser humano e a força que há dentro de todos nós.

bate papo

 

CVSI: Você sente/acredita que a criatividade, a imaginação, a inovação são hoje atributos essenciais para que o mundo saia do lugar comum e continue a se desenvolver?

Ana: Acredito sim, na força da arte de expressão, seja ela em musica, palavras e formas. Quando você cria, está conectado com o Divino, ou seja, com você mesmo e isso já faz parte de uma evolução, afinal de contas, o mundo é feito por todos nós. Se agregarmos isso com algumas virtudes como integridade, compaixão e respeito, já estamos no caminho de um mundo bem melhor.

 

CVSI: Qual sua opinião sobre a proposta do Como Você se Inspira, de ser um espaço aberto para agregar e promover artistas que expressam sua arte através da conexão com suas verdades – acreditando que assim, contribuiremos o enriquecimento de nossa existência?

Ana: Acho a proposta do CVSI um espetáculo!! Compartilhar arte e espalhar essa energia só traz benefícios, além de abrir portas internas de artistas que nem mesmo sabem que são. O mundo precisa de notícias do Bem, divulgar arte é essencial.

 

CVSI: Você já contribuiu, contribui ou tem planos de – através do seu trabalho – contribuir com o terceiro setor? Se sim, poderia nos contar um pouco? Se não, teria interesse em desenvolver?

Ana: O MukifuChic tem o shopchic, um display de vendas que é praticamente um pedacinho do Mukifu na sua loja.

Cada adesivo vendido, R$ 1,00 é destinado a ONG Gente Brasil.

Além de participações como doação de telas e prestação de serviços para Fundação Gol de Letra, Hospital Pedro Hernesto, Casa de Magdala, Audioteca Sol e Luz…

A arte trouxe o que há de melhor em mim, e se eu puder contribuir com o próximo, de alguma forma com meu trabalho, eu farei.

 

CVSI: Comentários Extras e Sugestões (o que você gostaria de ver no CVSI?):

Ana: Vocês estão fazendo um trabalho bárbaro! Desejo sucesso infinito!

 

Para conhecer mais sobre a Ana e seu trabalho Inovador, visite o www.mukifuchic.com.br e se encante!

... por Ana Castilhos

O primeiro bate-papo inspirado do Como Você se Inspira é com Marina Vargas, do blog Ma. Coisinha.

Marina realiza um trabalho incrível de encadernação manual, extremamente inspirador e que expressa sua linguagem criativa de maneira muito transparente. Enjoy it! inspirado

CVSI: Sabemos que é uma apaixonada por papéis, e que une essa paixão aos tecidos para criar, mas conte um pouco mais sobre você. Quem é a Marina?

Marina: Marina nasceu em São Paulo em 23 de maio de 1984 e, por nascimento, é geminiana de vez em quando (quando convém acreditar no que os astros dizem, sabe como?). Hoje ela mora em Florianópolis, mas pretende voltar em breve para Ribeirão Preto, onde deixou a mãe, a cachorra, amigos e, agora, um ex-namorado. Marina acredita que é mais importante apegar-se às pequenas coisas que viver no mundo frenético que nos empurram através da TV. Ela quer ter uma casa pequena com um ipê na frente, uma boa companhia para as experiências gastronômicas e afazeres criativos para ficar sã (e garantir a vida assim, se for possível).

CVSI: Como, quando e onde surgiu a Ma. Coisinha? O que se passava em sua vida naquele momento?

Marina: Sempre vi muito de minha mãe em minha vida e nos meus gostos. O nome Mª. Coisinha veio dela que, no meio de seus surtos de esquecimento, chamava as pessoas assim. Ela também emprega verbos como “coisar” quando não se lembra do termo específico que precisa. Achei que nada melhor para homenageá-la (e brincar com a cara dela).

A Mª. Coisinha surgiu depois de anos de adoração aos papéis e quase um ano tentando fazer livros (primeiro comecei com os de espiral, mais fáceis mas não tão encantadores). Depois, como num passe de mágica, uma oficina de encadernação apareceu na cidade e aí, junto com muita pesquisa, fui descobrindo como fazer o que há tanto tempo me encantava. Tem horas em que as peças parecem se juntar, né?

No momento em que passei a usar o nome e a fazer e publicar meus livros, minha mãe tinha um ateliê/loja/escola de patchwork e vê-la respirar essa possibilidade de colocar algo que dá tanto prazer pra ela como fonte de renda me fez apostar em mim mesma e no que eu tenho gosto de fazer.

inspirado

CVSI: O que você faz para se conectar com sua inspiração, ou seja, como você se inspira? E como transforma sua inspiração em produto?

Marina: Acho que pra qualquer pessoa que faça um trabalho criativo, é necessária uma dose de humildade e admiração por quem já trilhou o mesmo caminho na mesma arte. Saí procurando pessoas e trabalhos de encadernação, informações sobre técnicas diferentes, materiais e a perceber qual era a “cara” de cada artista.

Além desse embasamento, acho que a própria vida vai encaminhando as coisas… Os momentos de lazer e de pesquisa acabam se refletindo nos gostos e os gostos nos materiais… Uma música pode influenciar uma fotografia, um filme pode influenciar uma pintura e por aí vai.

Não sei se me faço entender com esta resposta, mas acho que é basicamente isso mesmo: nossas vidas se transformam em referências.

CVSI: Como escolhe os materiais que vai usar? Existe algum ritual para isso?

Como trabalho com encadernação (e outras coisinhas mais, mas vou focar-me nos livros), papel passa a ser uma premissa. As capas em tecido garantem uma textura diferente entre o que protege e o que é utilizado (miolo), além de possibilitar uma série de manejos e alterações: bordados, costuras, emendas, aplicações, pintura e por aí vai.

Quando não faço livros em série, com materiais que já tenho ou para ver logo uma ideia sair da cabeça e ficar pronta, costumo perguntar pro cliente qual sua cor favorita, se tem preferência por cor de folha, quantidade de páginas e outros detalhes. Faço isso para que o trabalho fique com o jeito de quem vai usar e que a pessoa tenha tanto prazer em aproveitar o livro como eu tenho em confeccioná-lo.

CVSI: Você sente/acredita que a criatividade, a imaginação, a inovação são hoje atributos essenciais para que o mundo saia do lugar comum e continue a se desenvolver?

Marina: Acho que criatividade e imaginação levam à inovação… e que estes três elementos são mais do que caminhos para este “desenvolvimento” que costumamos ouvir por aí.

Acredito que levam a um desenvolvimento de alegria, de encontro consigo mesmo, de planejamento, realização. Permitem que as pessoas entrem em contato com atividades lúdicas, coloquem para fora o que são, criando assim uma nova maneira de comunicar.

Sou super entusiasta de “terapias” alternativas e válvulas de escape para o dia-a-dia insano que a maioria das pessoas têm. Acho que os trabalhos manuais estão voltando com tudo porque mais gente concorda comigo! Hahaha…

Enquanto é difícil chutar o balde corporativo, as pessoas que pegam no pé, as meras obrigações e tudo o que fazemos “porque assim tem que ser”, reservar um tempo (ou dois) para atividades realmente escolhidas por nós já demonstra como queremos outra qualidade de vida e indica os caminhos pelos quais podemos nos aventurar para mudar as situações que nos chateiam.

FIM.

À Marina, nosso muito obrigado pela colaboração, energia positiva, flexibilidade e principalmente pela inspiração. Que trabalho lindoooo e inspirado! Maria Coisinha Logo Para ver o trabalho de Marina, visite Ma Coisinha

Coincidências

Hoje pesquisamos muitas coisas, lemos, mexericamos e – coincidentemente (coincidências não existem, certo?) – a Casa dos Criadores, que adoramos, era citada aqui e ali.

Lendo um dos textos sobre a Casa nos deparamos com uma nota sobre casa do criadorAndréa Ribeiro da marca Diva – onde ela dizia que se inspira, principalmente, no sonho e no romantismo – e que gosta de colocar em suas coleções elementos que remetam a coisas boas e gostosas na vida das pessoas.

Que delícia!

Agora, a parte que mais marcou foi quando ela comentou que uma de suas últimas coleções foi inspirada em PAPEL DE CARTA! Isso é de fato “inspirador“!